Uma dor, um amor, uma escolha. Na minha mão mais uma bolha ouço opiniões zarolhas, com outras encho minhas folhas. Contestadas, criticadas, odiadas, mal faladas, mentes estagnadas reclamam e não fazem nada. Jurar virou profissão, gente fingindo adoração, sábado ta roubando domingo pede perdão. Como se fosse rotina, foi chacina na doutrina, raro hoje é disciplina por isso vemos meninas e meninos, morrendo antes do que deveria, sabe artigo policial mas não que o sabia assovia. A infância é esquecida numa vida, seguida, vivida, aonde o mal convida e a criança não e contida. Depois vem bebida, ferida, batida, despedida, ela não é detida e acaba removida. Uma lagrima escorrida, uma vida destruída, uma mãe que sera acolhida e talvez seja mantida. Aonde ela não queria mas é obrigada a estar, não foi culpada mas se culpa por não ter o filho la Fez tudo que pode, deu amor e educação mas o arredor e poluído e infectou outro coração. Refrão: Dependentes que almejam a independência, sem saber, com companhias sem decência. Pais tem, não e por ausência, prejudicados, pela inocência Era pra brincar de pião, mas estão matando uns ‘’pião’’ E junto morre a melhor parte da vida de um cidadão Não aproveita em quanto pode, brincar, correr e ser Sem se importar com quem vai reparar e ver Eles não querem agradar, não querem modificar Eles querem ser feliz sem ligar pro que vao falar. Hoje mudou infeliz mente pros que tao na rua O jeito de viver, mas a essência continua. A essência de fazer sem saber, pode crer Isso tudo muda, sem você mesmo perceber De apartamentos a de favelas, simples e bobos Pra uns espolio e dinheiro pra outros armar de fogo. Isso eles não escolheram vieram sem opção Não escolheram guerra muito menos má criação Na barriga da mãe ate que ainda estava ‘’sussa’’ Era pra brincar de bola brincam de roleta russa. Dependentes que almejam a independência, sem saber, com companhias sem decência. Pais tem, não e por ausência, prejudicados, pela inocência