Nach Desde mi escritorio a todo el planeta Tierra He vuelto a verlos, en escenarios En vuestras radios, en vuestros barrios ¿Qué pasa ahí fuera con esos niños? Con miradas de adultos sin ilusión y sin sueños El niño quiso conocer y nadie supo responder El niño no encontró el cariño que él creía merecer Así comenzó a crecer, y a desobedecer A aparecer frente a su almohada, ebrio a cada amanecer El chico es mediocre al parecer y no destaca Qué hacer, si cada vez más A menudo, saca sus dientes y ataca Si ya no es un chico tranquilo Anda demasiado rápido en el filo Y pende de un hilo muy fino No ve a nadie detrás en su defensa Entonces piensa que diez golpes por un beso no compensan Inocente adolescente, se siente confuso Y se comporta nervioso ante los intrusos Conozco a muchos de estos muchachos En sus corros fuman porros y andan siempre borrachos Hechos diarios en tu barrio y en el mío Cómo quieres resolver el odio con más odio, tío Cómo pretendes que te tome en serio alguien Actuando con violencia solo para que te miren Importándote una mierda que los demás se lastimen Si tus colegas lo viven, ellos te aplauden y ríen Es el deporte que en las calles se practica Medallitas, chándales y eso parece la Villa Olímpica Cada noche en cada parque son escenas típicas Tónicas, de esas vidas claustrofóbicas Para chicos herméticos, lunáticos El ocaso del fracaso les ha vuelto problemáticos No quiero causar pánico con las cosas que explico Ni que me entienda el presidente, él siempre ha sido rico Tan solo practico atípicos registros líricos Predico el rap pacifico en estos paisajes árticos Es lo único que os queda En cualquier país, cualquier ciudad, sobre cualquier acera No dejéis que el amor muera Es lo único que os queda y lo sabéis Lanzar la moneda, aguantad la espera y lo veréis Que no se siente el cebo hasta que por fin se muerde Ni se echa de menos algo hasta que se pierde Que lo recuerde Dime por qué se duermen, por qué se pierden Crecen demasiado rápido y no entienden Que se les pasa la vida, que no hay salida Cuando quieren rectificar, ya está perdida Dime por qué se duermen, por qué se pierden Crecen demasiado rápido y no entienden Que se les pasa la vida, que no hay salida Cuando quieren rectificar Si ayer fue el signo de la paz Y hoy es el logo del Mercedes Y en los parques ya no hay niños Internet los atrapó en sus redes Ahora el chico cometerá delitos leves Debe parar su obsesión por todo aquello que no tiene No tiene capacidad, teme la responsabilidad Y así perderlo todo al no afrontar su realidad Y la verdad, no sé si es un problema de la LOGSE De un gobierno que os quita el futuro Y luego os vende un Porsche Por eso el chico sigue sumido en su crisis Pistolitas, Mitsubishis comieron su materia gris Parálisis mental, ciclo vital, en espiral Solo ancianos y jóvenes, locos, colapsan el hospital Y no es casual esta desesperación A causa de una educación que inspira desmotivación Está de moda ser el malo El más villano, el más cabrón Y hacer la mayor locura Para llamar la atención Triste confusión entre el miedo y el respeto Pero el chico se siente grande Cuando pasa y los demás se quedan quietos El chico que jamás encontró afecto En una sociedad infecta Que solo afecta a hombres perfectos Detesto que me tachéis de reverendo Tan solo estoy respondiendo, viendo lo que está pasando A todos los oídos que me estáis escuchando A todos los niños perdidos que me estáis buscando Seguir andando Soñando con tener el mando Mequetrefes creen ser jefes Traicionando hasta a su propio bando Formando mafias absurdas No hay control entre esas curvas Por las que circulas Por qué no respiras Por qué miras perdonando vidas Por qué te suicidas Por qué tienes el diablo en tu saliva ¿Por qué? Dime por qué se duermen, por qué se pierden Crecen demasiado rápido y no entienden Que se les pasa la vida, que no hay salida Cuando quieren rectificar, ya está perdida Dime por qué se duermen, por qué se pierden Crecen demasiado rápido y no entienden Que se les pasa la vida, que no hay salida Cuando quieren rectificar, (ya está perdida) NS Chico problemático En cada calle, en cada ciudad Sí Nach Da minha mesa para todo o planeta Terra Eu voltei a vê-los, nos palcos Nas suas rádios, nas suas vizinhanças O que acontece lá fora com essas crianças? Com aparência de adultos sem ilusão e sem sonhos O menino queria conhecer e ninguém foi capaz de responder O menino não encontrou o carinho que ele achava que merecia E então ele começou a crescer, a desobedecer E aparecer bêbado em seu travesseiro, todas as manhãs Pelo que parece, o menino é medíocre e não se destaca O que fazer, se cada vez mais Aos poucos, ele mostra seus dentes e ataca Se ele não é mais um garoto tranquilo Caminha rápido demais à beira do limite E se apoia em um fio muito fino Ele não vê ninguém disposto a apoiá-lo Então acha que dez golpes por um beijo não compensam Adolescente inocente, sente-se confuso E ele se comporta nervoso diante dos intrusos Eu conheço muitos desses caras Fumam um baseado com a galera e estão sempre bêbados Fatos diários no seu bairro e no meu Como você quer resolver o ódio com mais ódio, mano? Como você pretende ser levado a sério por alguém Que age com violência só para ter atenção Sem se importar se os outros vão se machucar Pois seus colegas estão vivos, eles aplaudem e riem Esse é o esporte que se pratica nas ruas Medalhinhas e moletons, isso parece a Vila Olímpica Todas as noites em cada parque são cenas típicas Tônicas, dessas vidas claustrofóbicas Para garotos herméticos, lunáticos O declínio do fracasso os tornou problemáticos Eu não quero causar pânico com as coisas que eu explico Nem quero que o presidente me entenda, ele sempre foi rico Eu só pratico registros líricos atípicos Eu prego o rap pacífico nestas paisagens árticas É a única coisa vocês deixaram Em qualquer país, em qualquer cidade, em qualquer calçada Não deixe o amor morrer É a única coisa que lhes resta e vocês sabem Jogar a moeda, suportar a espera e vocês verão Que você não sente a isca até que você finalmente morde E que só se dá valor a algo quando o perde Quando o lembra Me diz por que eles dormem, por que se perdem Eles crescem muito rápido e não entendem Que a vida está passando, que não há saída Quando eles quiserem corrigi-la, será tarde demais Me diz por que eles dormem, por que se perdem Eles crescem muito rápido e não entendem Que a vida está passando, que não há saída Quando eles quiserem corrigi-la Ontem foi o sinal da paz E hoje é o logo da Mercedes E nos parques não há crianças mais Estão presas nas redes da Internet Agora o menino cometerá pequenos delitos Precisa parar sua obsessão por tudo o que ele não tem Ele não tem capacidade, ele teme a responsabilidade E assim perder tudo por não encarar sua realidade E a verdade é que não sei se é um problema do sistema educativo De um governo que tira seu futuro E depois lhes vende um Porsche É por isso que o menino ainda está atolado em sua crise Pistolitas, Mitsubishis devoraram sua capacidade lógica Paralisia mental, ciclo de vida, em espiral Apenas velhos e jovens, loucos, lotam hospitais E não é por acaso esse desespero Por causa de uma educação que inspira a desmotivação Está na moda ser o cara mau O mais perverso, o mais machão E faça a maior loucura Para chamar atenção Triste confusão entre o medo e o respeito Mas o garoto se sente um máximo Quando ele passa e os outros abaixam a cabeça O garoto que nunca encontrou carinho Em uma sociedade infectada Que afeta apenas homens perfeitos Eu detesto que você me chame de reverendo Estou apenas respondendo, vendo o que está acontecendo Para os ouvidos de todos vocês que estão me escutando Para todas as crianças que estão me procurando Continuar caminhando Sonhando em estar no comando Mequetrefes acreditam que eles são chefes Traindo até seu próprio povo Formando máfias absurdas Não há controle entre essas curvas Em que você circula Por que você não respira Por que você assiste perdoando vidas Por que você se mata Por que tem o diabo na sua saliva Por quê? Me diz por que eles dormem, por que se perdem Eles crescem muito rápido e não entendem Que a vida está passando, que não há saída Quando eles quiserem corrigi-la, será tarde demais Me diz por que eles dormem, por que se perdem Eles crescem muito rápido e não entendem Que a vida está passando, que não há saída Quando eles quiserem corrigi-la, (é tarde demais) NS Garoto problemático Em todas as ruas, em todas as cidades É