Mayonaka-sugi no tokei no hari wa mugon no ai wo hiki-saku Owari wo tsugeru kane no ne wa ima Yasashiku kaze ni toke-komu Shiroku hanayaka na veil wo nabikase Te wo sashi-nobe kono ude de urei madoromu Kibou to iu na no hikari kagayaku yume Hakanaku kie-yuku zetsubou no kanata e Mayonaka-sugi no tokei no hari wa mugon no ai wo hiki-saku Owari wo tsugeru kane no ne wa ima Yasashiku kaze ni toke-komu Shiroku sukitoota yureru omoi ni Tada tomedo-naku nagareru tsuioku no namida Zetsubou to iu na no yami ni ochite mo ima Mirai ni kagayaku kibou wo dakishime Kono bashou ga eien ni kienai you negatte Mayonaka-sugi no tokei no hari wa mugon no ai wo hiki-saku Owari wo tsugeru kane no ne wa ima Yasashiku kaze ni toke-komu Ima anata no mahou kara samenai you inotte Os ponteiros do relógio após a meia-noite rasgam um amor silencioso. Os sons dos sinos avisam o fim; e agora gentilmente se dissolvem no vento. O véu, esplendorosamente branco, voa. Estendo a mão desse braço onde a tristeza dorme. Uma luz chamada esperança brilha nos meus olhos. Que transitoriamente desaparecem rumo ao desespero. Os ponteiros do relógio após a meia-noite rasgam um amor silencioso. Os sons dos sinos avisam o fim; e agora gentilmente se dissolvem no vento. Nas trêmulas e transparentes memórias embranquiçadas, as lágrimas das minhas lembranças escorrem sem fim. Mesmo que eu caia na escuridão chamada desespero, abraçarei a esperança que brilha no futuro agora. Eu desejo que esse lugar não desapareça jamais. Os ponteiros do relógio após a meia-noite rasgam um amor silencioso. Os sons dos sinos avisam o fim; e agora gentilmente se dissolvem no vento. Agora eu rezo para não despertar da sua mágica.