fēngyǔ qiánchén àoshì cāngqióng qīng fǔ chén qǐng yì cóngróng yún shēn bùzhī chù tiānzǐ xiào tán zhōng shìshì wúcháng dú zuì mèng yī chǎng tàn zhèngxié liǎng dàoguàn shìjiān xuānxiāo gū yīshēn zhàn jiānghú yì bùcéng jiāng nèixīn gūfù xiāosǎ rén jiàn dào shàn è dōu lí kōng què mò bu diào xīn zhòng shānghén zhè yīshì fúshēng ruò mèng zòngrán yǔ shì wú zhēng dào bùtóng yì zài xīnzhōng zěnnài xiágānyìdǎn què chéng yīchǎngkōng shàn è shìfēi fèn míng ài hèn jièxiàn bù qīng xiāngshí jiù xiàng shì yī chǎng mèng lúnhuí chóngshēng ēnyuàn míméng sìcéngxiāngshí lù qīng fēng yún jǐngshēn chù qínsè bàn dí shēng shìshì wúcháng dú zuì mèng yī chǎng tàn zhèngxié liǎng dào guān shìjiān xuānxiāo bìngjiān zhàn jiānghú cóng wèicéng jiāng nèixīn gūfù xiāosǎ rén jiàn dào shàn è dōu lí kōng què mò bu diào xīn zhòng shānghén zhè yīshì yǔ rén wú zhēng zòngrán yǔ shì wú zhēng dào bùtóng yì zài xīnzhōng zěnnài xiágānyìdǎn què chéng yīchǎngkōng shàn è shìfēi fèn míng ài hèn jièxiàn bù qīng xiāngzhī jiù xiàng shì yī chǎng mèng zòngrán yǔ shì wú zhēng dào bùtóng yì zài xīnzhōng zěnnài xiágānyìdǎn què chéng yīchǎngkōng shàn è shìfēi fèn míng ài hèn jièxiàn bù qīng xiāngzhī jiù xiàng shì yī chǎng mèng Deixando as tormentas do passado eu encaro impiedosamente o firmamento Gentilmente carregando a flauta com compostura Nos recantos da nuvem com o sorriso do imperador O reino físico é efêmero, o sonho ébrio de uma alma solitária Eu exploro tanto a ortodoxia quanto a heresia, observando o pandemônio Me jogando em uma luta solitária contra todos Ainda que eu não tenha abandonado a minha essência mais profunda Levando uma vida sem restrições, virtude e vícios são ilusórios Mesmo que as cicatrizes no interior do coração não desapareçam nesta vida O mundo flutuante é como um sonho Assim, permanece indiferente as coisas mundanas, os caminhos diferem, mas a integridade perdura Mesmo com um coração nobre tudo foi lamentavelmente em vão O bem e o mal estão em preto e branco, mas o limite entre o amor e o ódio permanece imperceptível Nosso relacionamento é como um sonho Reencarnação e renascimento mortalham amor e ódio na névoa Nós já fomos conhecidos e nossas espadas azuis cruzaram Das profundezas das nuvens flui uma melodia de cítara e flauta O reino físico é transitório, como o sonho ébrio de uma alma solitária Ignorando tanto o bem quanto o mal, eu testemunho o caos da vida Lado a lado lutamos contra o mundo Nem uma vez eu traí meus princípios Levando uma vida sem restrições, virtude e vícios são ilusórios Ainda assim não posso apagar as cicatrizes dentro do meu coração Nesta vida não devemos ser apanhados em conflitos Assim, permanece indiferente as coisas mundanas, os caminhos diferem, mas a integridade perdura Mesmo com um coração nobre tudo foi lamentavelmente em vão O bem e o mal estão em preto e branco, mas o limite entre o amor e o ódio permanece imperceptível Nosso relacionamento é como um sonho Assim, permanece indiferente as coisas mundanas, os caminhos diferem, mas a integridade perdura Mesmo com um coração nobre tudo foi lamentavelmente em vão O bem e o mal estão em preto e branco, mas o limite entre o amor e o ódio permanece imperceptível Nosso relacionamento é como um sonho