Todo dia eu guerreio Contra a vontade da minha mente E tento entender quem sou Já fui vendido como escravo do pecado E todo dia ele bate na minha porta Querendo o seu espaço Dentro de mim há um conflito Entre a carne e o espírito Não quero ser mais eu Pois o bem que eu quero fazer não faço Mas o mau esse sim, eu cometo todo dia E que o espírito vença a carne Pois eu renego a natureza do pecado Eu não quero ser mais eu Não quero ser mais eu Dentro de mim há um conflito Entre a carne e o espírito Não quero ser mais eu Pois o bem que eu quero fazer não faço Mas o mau esse sim eu cometo todo dia E que o espírito vença a carne Pois eu renego a natureza do pecado Eu não quero ser mais eu Não quero ser mais eu E quanto a mim não deixei o velho homem me vencer Me redimi fechei a porta pro pecado Agora pode entrar doce espírito E fazer morada em mim