Quem disse que ía ser fácil? A indagação é materna, mas não havia desafio nos olhos dela Seiva que passa pelo tronco da arvore Pelo cordão umbilical, no toque, no olhar Coragem coragem coragem Em teu seio Oh, dificuldade Escancaro o sorriso da liberdade O sorriso de quem faz do ato de escolher Uma faculdade Escolher não sofrer Dar o braço a torcer Só o tempo vai dizer se o meu querer Te responde o que há de fazer Viver, viver, viver Pense na transformação No asco de um bicho rastejante E depois do casulo Cores vivas no ar De beleza flagrante Limonada limão Meio vazio, meio cheio Se me joga na fogueira ou manda aquela tijolada Eu não tô nem vermelho Manda que eu mato no peito Pra tudo na vida tem jeito Manda que eu mato no peito Manda que eu mato no peito Se o caldo entornou já tá feito Manda que eu mato no peito