Vem por aqui: Dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: Vem por aqui! Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: Vem por aqui! Prefiro escorregar nos becos lamacentos Redemoinhar aos ventos Como farrapos, arrastar os pés sangrentos A ir por aí Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: Vem por aqui! Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos Se ao que busco saber nenhum de vos responde Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: Vem por aqui!