Condenado a entender que isso tudo só farma virado na regra do jogo Minha faca tá cravada na cara de quem me delata, tu grita, eu te ouço Tô mal intencionado, sangue tá drenado, cravando meu selo no chão Tô seguindo no escuro, outsider reverso, sem freio full na contramão Tu fala que me entende então sente meu pente de grave drenado no escuro Rastejando no chão, sempre um passo do abismo, gritando que é o puro do puro Então senta pra escutar, primitivo isolado, eu não sinto mais nada no peito Congelado algum tempo, eu dichavo o resquício de sangue jogado no leito Então para pra pensar se tudo que eu fiz eu só tive um motivo eminente Das cartas jogadas na mesa o valete errado te estoura no pente 16 bombas no teu velório, imploro pra que não me perturbe mais Faz de conta que eu não tô sozinho, cercado de lixo que eu nem ligo mais Olha pra mim com o pescoço pesado Olha pra mim enquanto tu se afoga Olha pra mim até tu se perder Olhando na cara que vai te fuder Sangue jorrado na tela da sala Apaga essa luz que é pra eu não te ver Isso foi feito pra mim e pra você Eu sei que não é fácil de me compreender Sei que não é fácil de me compreender