Velha senhora que domina a mina d'água Me cura a mágoa A mãe da vida entardecer Reza comigo Num antigo canto banto Tanto de calma Faz a alma adormecer Meu rumo, meu prumo, meu manacá Iabá santa que encanta a quem lhe olhar É vulto, neblina, é luar Na bruma dos manguezais É chuva que rega de amor A flor da lavanda lilás É colo, guarida e a beleza Tingida nas cores de Oxumarê Reflete a força da natureza Na mina linda da minha Sinda Buruquê A bênção, Nanã Saluba ê Que doce, Nanã Embala ê A minha alegria É a de sempre ser dia De te oferecer Camutuê Escuta, Nanã O meu dizer A luz da manhã É pra você A primeira hora é da velha senhora Nanã Buruquê A bênção, Nanã Saluba ê Que doce, Nanã Embala ê A minha alegria é a de sempre ser dia de te oferecer Camutuê Escuta, Nanã O meu dizer A luz da manhã É pra você A primeira hora é da velha senhora Nanã Buruquê