Tom: G Intro: G D7 C G D7 G La vai o nego betão Com aperos de couro cru Mais gallo que o tiarajú D7 Num gateado marchador C Pois já nasceu campeador G E é daqueles meu irmão D7 Que sai dando co'as duas mão G Num bicho corcoveador Gauchão da velha templa Que o tempo não engoliu Uma bugra lhe pariu D7 Bem na costa de um lenheiro C Guarda o feitiço galponeiro G De centauro deste chão D7 Que envelheceu na amplidão G Lidando com caborteiro C Lá vem o nego betão G7 C Que china e bala não popa Mais taura que um rei no trono G Chapéu tapeado na copa D7 Abrindo o peito estrada afora G Bem na culatra da tropa (Intro) Profeta xucro dos galpões Que sempre tem argumento Proseia com o próprio vento D7 E passa por louco talvez C O que ele tem em campo e rês G Nunca foi dele amigaço D7 E se um dia sobrar um pedaço G Reparte com uns dois ou tres No lugar que esse índio laça Fica um buraco no chão Dos pealos de paletão D7 Serrando só nos dois cascos C Nasceu pegado no basto G E quando o maula sai berrando D7 O mango véio vai cruzando G Arrancando terra com pasto