Outra noite estou de volta pra casa com as mãos abanando Solidão me arrasa, eu pergunto até quando Vou viver nessa fossa , esse fel não adoça é uma amargura total Outra vez eu chorei a saudade de uma paixão ausente Me excedi na verdade com o meu aguardente E sem achar saída encharquei na bebida por isso estou passando mal Outra noite o garçom me carrega segurando meu braço A visão quase cega dificulta meus passos Olha só o vexame eu beijando o tatame na luta perdida enfim Outra vez lá vem o perdedor sem a mulher que é seu prêmio Com a taça da dor está de volta o boêmio Pra lá de embriagado toda noite é assim É meu ultimo porre vou deixar de beber vou mudar minha vida Eu já vi que a bebida é a ilusão perdida de todo o bebum É meu último porre pois beber por amor é prisão permanente Eu vi que a águardente não leva a gente pra lugar nenhum Outra noite o garçon me carrega segurando o meu braço A visão quase cega dificulta meus passos Olha só o vexame eu beijando o tatame na luta perdida enfim Outra vez lá vem o perdedor sem a mulher que é seu prêmio Com a taça da dor está de volta o boêmio Pra lá de embriagado toda noite é assim É meu ultimo porre vou deixar de beber vou mudar minha vida Eu já vi que a bebida é a ilusão perdida de todo o bebum É meu último porre pois beber por amor é prisão permanente Eu vi que a águardente não leva a gente pra lugar nenhum É meu ultimo porre vou deixar de beber vou mudar minha vida Eu já vi que a bebida é a ilusão perdida de todo o bebum É meu último porre pois beber por amor é prisão permanente Eu vi que a águardente não leva a gente pra lugar nenhum