fukanzen nenshou nandaro? sou nandaro? sou nandaro tte? soujuu fukanou nandaro? nobanashi daro? owarenaindaro? kaifuu sareteku kanjou ittai na no zenyasai nandatte? houkaisunzen nandaro? tomarenaindaro? nakitaindaro? dare mo inai saishuu basu ichiban ushiro no seki wo erande mo genjitsukan ga nakutte mado ni nokosareru ma no nuketa kao ni keno suru bakari nomikake no petto botoru namanurui mizu ga negusare kaketeta atama no naka made oiuchi kakeru unmei yori mo yuui ni tachitai no ni fukanzen nenshou nanda yo kono sesshon wa saisho kara boku ni shudouken nante nakute hengenjizai ni mieru daro? soujuu fukanou nanda yo yosougai ni kiwadatsu chikara wo "kanousei" to yobu no dake wa yamete kure yamete kure basutei ni ochiteita taisetsu na hito wo kitto mamotteta hazu no suzu no ne ga naita dare ni semerareta wake demo nai no ni yokomichi ni soreta tafu ni naru no ni motto riyuu ga hoshii yo bunan ni yatteku sube mo shiranakute doko de waratte mo maru de nukegara? dato iwarete shimau ne fukanzen nenshou nanda yo ishihyouji nara temijika ni yare yo purosesu to ketsumatsu ni mou aisou tsukasareteru mitai da houkaisunzen nandaro? "yakkaimono" to yobaretara mushiro homekotoba yori saidai no difensu da difensu da blackness blackness kanjou no furihaba ga ookisugiru ugokasareru mono sono gyaku ni sobietatsu mono no sonzai ga aru sonzai ga aru fukanzen nenshou nanda yo kono sesshon wa saisho kara boku ni shudouken nante nakute hengenjizai ni mieru daro? soujuu fukanou nanda yo yosougai ni kiwadatsu chikara wo "kanousei" to yobu no dake wa yamete kure fukanzen nenshou nandaro? sou nandaro? sou nandaro tte? soujuu fukanou nandaro? sou nandaro? sou nandaro? kaifuu sareteku kanjou sou nandaro? sou nandaro tte? houkaisunzen nandaro? yamete kure yamete kure É uma combustão incompleta, não é? Não é? Aparentemente é? É incontrolável, não é? Não podemos deixar de pra lá? Não vai acabar? As emoções que gradualmente liberamos são um precursor pra que? Não estamos à beira do colapso? Não podemos parar? Não queremos chorar? No último ônibus, onde não há ninguém Mesmo quando escolho o lugar mais ao fundo, não tenho senso de realidade O meu rosto estúpido refletido na janela Só me trás repúdio Na garrafa de plástico meio bebida A água morna Ataca e me persegue até meu cérebro apodrecido E mesmo assim eu quero ser superior ao meu destino É uma combustão incompleta Desde o começo desta sessão Eu não tenho algo como iniciativa É por isso que é tudo parece fantasmagóricol? É incontrolável Chamando a inexperada força proeminente De possibilidade Por favor, pare; por favor, pare Caídos na parada de ônibus O sino que deveria proteger aqueles importantes para nós Tocou Mesmo que não haja razão para ninguém me culpar Eu me afasto do caminho Eu quero mais motivos para ficar mais resistente Já que eu não sei como fazê-lo de forma segura E não importa onde eu sorria Eu acabo ouvindo que pareço uma casca vazia É uma combustão incompleta Se quiser expressar suas intenções, seja breve Ambos o processo e o resultado Já exauriram nossa cortesia Não estamos à beira do colapso? Ser chamados de incômodos, então É maior do que elogios, é nossa maior defesa É nossa defesa Escuridão, escuridão A dimensão de disvantagens de se ter emoções é muito grande Para aqueles sendo movidos contra vontade Por outro lado, aqueles imponentes sobre os demais Existem Existem É uma combustão incompleta Desde o começo desta sessão Eu não tenho algo como iniciativa É por isso que é tudo parece fantasmagóricol? É incontrolável Chamando a inexperada força proeminente De possibilidade Por favor, pare É uma combustão incompleta, não é? Não é? Aparentemente é? É incontrolável, não é? Não podemos deixar de pra lá? Não vai acabar? As emoções que gradualmente liberamos são um precursor pra que? Não estamos à beira do colapso? Por favor, pare Por favor, pare