E dançam em tempo eterno A vagar por seus soslaios Desde antes da vida ser vida Desde antes de nossos atrasos Raia o sol, uma estrela jovem Raia terra, um corpo infante Perante o tempo ruminante Estamos a todos sempre distantes Onde o homem começa, é onde ele termina Do pó vem, ao pó vira Essa é a vida que tudo irradia Tudo morre, nada fica! Do mais arcaico dos seres Ao mais inocentes prazeres Todos morrem Todos são apagados ao fenecerem!