Nada de ser mais ou menos eu sou tudo o que sou, não sou de pegar sereno eu me molho na chuva de amor, quando vou e quando venho me pego com o nosso senhor, mais no terreiro também tenho um santo como protetor. É preciso viver saber separar o que é que se pode dizer do que é preciso calar, o que é sempre comum do que nunca vai se misturar, qual a prata de Oxum e qual é a de Yemanjá. Nada de ser mais ou menos eu sou tudo o que sou, não sou de pegar sereno eu me molho na chuva de amor, quando vou e quando venho me pego com o nosso senhor, mais no terreiro também tenho um santo como protetor. É preciso viver saber separar o que é que se pode dizer do que é preciso calar, o que é sempre comum do que nunca vai se misturar, qual a prata de Oxum e qual é a de Yemanjá. Tem sempre a hora da gente ter a onde ir ou cai fora sem ninguém pedir, quem sabe de si não demore, só quem pode tem que ficar, se eu tô aqui até agora é porque ninguém quis me levar. Tem sempre a hora da gente ter a onde ir ou cai fora sem ninguém pedir, quem sabe de si não demore, só quem pode tem que ficar, se eu tô aqui até agora é porque ninguém quis me levar Nada de ser mais ou menos eu sou tudo o que sou, não sou de pegar sereno eu me molho na chuva de amor, quando vou e quando venho me pego com o nosso senhor, mais no terreiro também tenho um santo como protetor. É preciso unir pra saber separar, o que é que se pode medir do que é preciso pesar, porque sempre o que é do que nunca vai se revelar, qual é a cocha da fé e qual é que não da pra rezar.