Florestas Negras

Porvir Sangrento

Florestas Negras


Porvir Sangrento
Filhos do noite, 
Mensageiros da morte. 
Portam espadas e foices - 
Os guerreiros fortes do Sul. 

Pela glória - um porvir de paz. 
Por batalhas, conclamarão. 
Hordas pagãs andazes, 
Sob a lua guerrearão. 

Tempestade incessante - 
Colidir das lâminas das armas. 
Visões aterradoras. 
D´um amanhã incerto e em chamas. 

Os arautos da guerra 
Convocam as legiões, 
Para a batalha contras as feras. 
Por nobres valores 
E virtudes pagãs do Sul. 

No caminho da vitória 
A morrer se dispõe. 
E se repete a história: 
Guerra, sangue e trovões. 

O (anti) lobo anstral e a cruz se ajoelharão. 
Por misericórdia hão d´implorar: 
As cabeças de seus soldados cairão 
E a vitória suprema hemos de alcançar. 

As trombetas da guerra soam. 
E os toques da vitória ecuam. 
Pelos campos devastados, 
Retumba o uivo dos lobos... 
Dos lobos do Sul.