Mulher tu sabe que um dia eu endoido Ri me de Deus e do bem do mundo todo, da desgraça da dor Do olhar das Virgens das cismas dos sábios Bebendo vil na taça dos teus lábios o absinto do amor O teu olhar cegou me um dia, após a febre sensual da orgia Após um beijo delirante no teu lábio purpúreo e palpitante em Doloroso afã Ah! Nesse dia em soluçante anseio Nesse dia meu céu era teu seio, e meu Deus era Satâ! Doido arrojei das dúvidas na poeira Minh'alma e com Cristo à cabeceira O rir do sonho de Dom Juan Pobre sonhos meus, a prece a calma as ilusões a crença Ó mágoa ó pranto ó febre ó febre intensa Deus o próprio Deus