Canta, canta Que teu canto me anima Canta o blues Que o blues consola Esta alma que chora E de dor desatina Canta que o canto é vida E faz de um resto de vida Vida que aflora Canta, que o canto é doce E de doce conforta Por isso canta, Cante Cante, então, todo poeta Que é dor e desatino E que com voz de menino Canta a vida como quem começa