Eu não sei o que acontece com as minhas mãos Deixaram todas as tuas verdades para trás Repetindo o que entristece o teu coração Revivendo o pecado que eu não quero mais Eu gostaria de ser bem mais que um filho perdido Mas sinto como se a tua palavra não estivesse comigo Mesmo sabendo que o pai fez morada em mim Meu corpo briga com a minha alma me deixando assim O pecado é como uma melodia agradável Primeiro você ouve falar Curioso, vai atrás pra saber como é Embalado por ela, você ouve cada vez mais E quando menos espera, já está dançando Uma coreografia livre e descoordenada Cujos movimentos espontâneos e irresponsáveis Não lhe permitem ver a beira do precipício em que se encontra Onde o desequilíbrio é iminente A queda é consequente E a morte é certa! Então Se seu olho direito ou sua mão direita te fizerem pecar Arranque-o, corte-a e lance-os fora É melhor entrar no céu sem uma parte do seu corpo Do que ter todo ele lançado ao inferno