Deus herege (a prosa do caos) Insignificantes sacos de peles Recheados de sebo, suor e merda Passando os dias a lamentar E as noites a suplicar Sou o tribunal vivo Três faces três perspectivas Sou jovem e sou velho E sou ave, cago em vocês quando eu quero Sou três Sou todos Sou nenhum Deus herege Quem garante minha existência Quem garante minha bondade Sacrifiquem os seus cordeiros Queimem as suas virgens Loucos criam os conceitos Para os tolos conquistar Ressurreição, vida eterna Tudo acaba quando eu mando acabar Sou três Sou todos Sou nenhum Deus herege