As curvas que faço na estrada que é reta Os saltos no escuro, quando a luz me cega A medida certa da palavra errada As chuvas que trago fechando o meu tempo Calculo apressado o meu movimento Caindo da escada dos sonhos que invento Uuuhh uuuhh Eu sou meu próprio destino Destruo o conceito do qual fui formado Apresso o futuro, vencendo o passado Rego a insistência e colho certezas Enfrento a mim mesmo ao fazer-me outro Desfaço o que penso, e penso de novo Já dobram os sinos, renego meu signo Meu caos minha ordem, exercício contínuo Eu sou meu próprio destino