Uma rainha Uma santa A dona do mundo é tão estranha Depressiva, compulsiva, e ninguém consegue entender As dores de cabeça são sinônimos de talento impulsivo e conseqüente Não bebe, nem se droga, quer se manter consciente Mesmo que pra isso tenha que enfrentar a si mesmo e seus anti depressivos No papel, escreve sobre sua vida Nada muito profundo, apenas gritos esquisitos Escuridão tão roubada quanto sua alegria subsistente Você ainda chore por ela? Ela já matou o próprio amor dentro de si mesma Seus sentimentos não existem mais e a sanidade cancela De dentro a cicatriz Mais ela finge ser feliz Não da pra explicar Ela não consegue controlar A sua alma esta tão ferida que a sua pele ferve e você não consegue respirar E ela só tenta arranjar esperanças em si própria Mais nem seu espírito acredita na sua capacidade de cura sufocante Se sente tão sozinha que às vezes pensa ser transparente Você ainda chore por ela? Ela já matou o próprio amor dentro de si mesma Seus sentimentos não existem mais e a sanidade cancela De dentro a cicatriz Mais ela finge ser feliz E a felicidade onde esta? Será que existe, ou é só mais um sentimento inexistente? Ela só quer chorar em paz no canto do seu quarto vazio Sem que ninguém a incomode Ela só quer ficar só Mais será que pode? A maior vitima de seus sentimentos invisíveis Você ainda chore por ela? Ela já matou o próprio amor dentro de si mesma Seus sentimentos não existem mais e a sanidade cancela De dentro a cicatriz Mais ela finge ser feliz E ela finge ser feliz E ela finge... Uma rainha Uma santa A dona do mundo é tão estranha Depressiva, compulsiva, e ninguém consegue entender...