Ando as cegas pelas ruas Não esbarro em ninguém (dedilhado) As lembranças são tão vagas Eu não sei o que fazer Os meus pés não deixam marcas pelo chão E eu não sei aonde ir Meu instinto é quem me guia Então ouço um sinal A meia noite No espaço de um piscar de olhos Arde um fogo que meu peito incendeia E o olhar ainda há pouco tão distante Ofusca agora uma estrela E o sentimento de que tudo é possível Não há vida não há morte O poder de viajar o universo (verso normal) O tempo não é mais o que devia ser A meia noite E a busca por toda verdade Dos mistérios desta vida (verso normal) Revela que o tempo é o instante E somos o que nele nós vamos fazer A meia noite