Até onde você quer se descer? Na toca do coelho Se escondendo de hologramas do que sente... Na toca do coelho Projetados para dentro, deste céu eclipsado Atraídos Mais pelo desejo, do que pelo desejado Avatares parafraseados, sorrisos insípidos No expresso para o êxtase, nova dimensão da fauna rude Das pulsões que se esvaziam por janelas, Telemáticos devices Novamente nós comemos da maçã Na toca do coelho! Xing-Ling Berimbau e a saga, da criogenia contemporânea. Nova dimensão da fauna rude, buscando distrair-se de si mesma... As teclas e os polegares, opositores... E o orgulho da impotência... Complicada herança de nossa geração. Mamar no seio dessa superstição moderna. À fantástica velocidade, eletrônica de Mercúrio! Meus posts... minhas sinapses.