Feiticeiro, seu corpo apodrecerá exposto E para além da mentira do seu rosto todas as coisas lhe serão podres Sua voz pálida não faz tremer o mundo E imundo você perecerá vazio Sua arte não dura um segundo E pálido todos os seus desejos nunca lhe satisfarão Sua recompensa neste mundo será a morte E sua sorte não durará até o pôr-do-sol E lá no arrebol distante sem nunca se realizar você morrerá Você poderá te salvar? Para onde você deve olhar? Aquele que queria ser o rei do mundo é o escravo dos vermes Você não consegue cantar o hino, aquele que diz Vitória! Nós conquistamos Morte! Nós dançamos com a morte Força! Nossa força é como pular no Abismo Fogo! O fogo é o tesão dos nossos olhos Feiticeiro, seu corpo apodrecerá exposto E para além da mentira do seu rosto todas as coisas lhe serão podres Feiticeiro! Seu erro foi pensar que era você o detentor do poder E que pelo seu poder você poderia desafiar até a morte Até a morte! Feiticeiro, morrerá, sofrerá e nascerá Até aprender que é pó E do pó quem sabe um dia nascerá uma estrela