Vou ficar quieto aqui no chão Deitado em meus passos Largos Recolho as migalhas do pão Visito os meus frascos trincados Ainda que os meus cabelos Chamejassem em Monschau Me rosnam esses calos, careados Entre o charco e o cristal Como um retrato em construção Acolho-me no assento e trago Sorvendo o sopro do dragão Do hierofante e o magistrado Aqui, nesse intento, o meu rádio Vou desligar, enfim E o cigarro aziago Vem paladar meu gim Vou ficar certo de que não Em nunca, nem em nada Com você eu caibo Vou ficar quieto aqui no chão Soçobrará Um fósforo queimado