Comigo não foi diferente, pelo próximo sofri Cê só vale o que tem sofredor, então me diz Como distinguir a verdade, a mentira Se nos olhos de quem amo, a frieza estava explicita Laço amoroso corrompido pelo ódio Sobrou revolta, tensão, alivia pela dor Chorou o gladiador com o escudo e a espada Quem partiu pra guerra com sabedoria narra É! As falhas que a humildade persiste e faz Coração oprimido, rancoroso, tem mais óh Um salve tô aqui, sobrevivi ao desespero Tô de volta pelos palcos e vai ser daquele jeito Eu vim pra ficar, expressar toneladas De versos em página, que escrevi com a alma Sem trauma, não trema vai quebrar as algemas Do dragão que cospe fogo É declarada a guerra Eis aqui o locutor que persiste em falar Já que naufragou, então lutar pra renovar E retomar tudo o que é seu Por direito ninguém tira o respeito da vida Paz, justiça, segue a trilha! De cabeça erguida caminhar no vale obscuro Pra não ser motivo da minha mãe chorando de luto Quantos furos? Não vararam Quanto sangue, não jorraram Quantas balas atravessaram Corações de quem sonhavam Alto, infelizmente vagabundo o preço é alto Pra sorrir no inferno o diabo cobra caro Um braço, uma perna, uma alma indefesa Um refém amordaçado no castelo da tristeza Avareza, luxúria não é pra tanto Quero paz, sabedoria ao extremo, pra seguir só com os leais E assim ser feliz, tô caminhando com ela Brasil periferia do olhar singelo é favela Reputação entre os poetas nunca quis como meta Divisão apropriada pois o sábio evita a guerra Simbolismo de um profeta, pelo amor compreenda Cautela mantém vivo quem age com a consciência Coerência pelos gueto vai que vai mas não mosca Pois a selva é predatória a maldição é mitológica Dramático episódio que te rouba atenção Se a palavra vale um tiro, não caio em contradição Mil razões pelo domínio do império periférico O meu ódio armazenado em meus sentimentos bélicos Inquietação na mente isolado, maquiado Desmanchando as barreiras, demonstrando os pontos fracos Não é que é sempre assim, tudo enfim é passageiro Celebrações fúnebres só trás mais enterro E o medo se infiltra ao domina a estrutura De frente pra sepultura minha saga continua Reputação entre os poetas nunca quis como meta Divisão apropriada pois o sábio evita a guerra Simbolismo de um profeta, pelo amor compreenda Cautela mantém vivo quem age com a consciência Comigo não foi diferente se após dias Fui refém da agonia, olhar singelo transmitia Gritos de covardia suplicas ao extremo Sobrevivendo ao naufrágio de um mar de sofrimento E pelo vento que sopra eu juro de pé junto Em meio ao caos minha fé Me conduz ao final desse túnel Mostrando com clareza que a porta só se abre Pela força de vontade aos olhares da verdade Sem destaque na cidade, fui vagando como um zé Hoje cê paga um pau e diz que sempre botou fé É pra rir, pra chorar, Deus perdoa a tentação Sai de mim depressão, quero paz e salvação Eu não fui convocado, atraído ou escolhido Se meus passos tão na trilha, tentar mudar meu destino Firmo o pé no chão, olhar fixo ao horizonte As pétalas de rosa tingindo vermelho sangue Te atrai quando viu mais de mil esquartejado Assassinato de um pobre truta, é arquivado Não fui eu o rei coroado por mérito Formado em cantar rap pra locomover o exército Reputação entre os poetas nunca quis como meta Divisão apropriada pois o sábio evita a guerra Simbolismo de um profeta, pelo amor compreenda Cautela mantém vivo quem age com a consciência