(RanyMoney) E agora que o transito se encontra muito lento, lembro Que no busão sofrendo tenho que ir pro centro Eu veto, pois a passagem aumenta a cada novo turno Me enturmo com os vagabundo pra denúncia pelo estúdio E juro, que lendo livro esse calor não aguento mais Preso no engarrafamento na Avenida Niemeyer Mas todas não querem, mas caem na ilusão do cifrão E se fosse patrão, a solução não ia ser o busão Eu sei que é mó atraso e o acaso é o que me espera Vento, na minha janela mais belas de Ipanema Na areia a situação eu sei que não se encontra feio Pensamento que rodeia, se lançar vai ter serei E o busão tá uma merda parece não ter motor Já passou mais de uma hora e eu ainda tô no arpoador Mas pra mim a situação não se encontra nada bacana Se não fosse os cana acender a bagana em Copacabana Tá muito perigoso na cidade em que vivo Do 175, vejo o Cristo sendo rendido Então peço a Deus, para que a luz guia Prum abrigo Proteja a todos, até do ar que eles respiram (Batoré) Pesadelo do careta, motorista é mó capeta Passo junto na roleta, agarrado com a minha preta Tipo Romeu e Julieta, perdidão no meu planeta Largo uns nome de caneta, trocador perda a cabeça Mas nunca desisto, vejo o Pão de Açúcar e Cristo Se a polícia chega eu sisco, piso, ninguém quer correr esse risco Boca aqui vira petisco, faltou só gravar meu disco Faço um som no fundo do buzun, as minas gostam eu pisco Do beijinho, belisco, sisco, continuo rimando Finjo que é um sonho tô convicto que tu fica só notando quando vê geral passando Menózinho tá mergulhando, passageiro olha apontando e tu ainda tá panguando Passatempo da viagem, olhar a janela é mó viagem Tipo uma curta metragem que tu vê mudando a imagem Vendedor sagaz, vende seus produtos sem perder o gás Tú é ratão mas vagabundo é mais, entra lá por trás (McCert) Falou de mim, falou demais, falou dos outros rapaz Eu quero é paz, na minha cidade tem que ser sagaz, paz! Torturando seus filhos perdidos os vi pois suicidio É um atalho sombrio pra quem é sofrido Frio, sinto em pleno rio, então rio Infinito castigo tirando com guincho, episodio sinistro Sobrevivido mas ainda tô vivo, longe do lixo É hip hop alternativo e progressivo, sem capital de giro Se for pela linha amarela, vista não é bela tem bala perdida Faixa de gaza, na linha de mira, uma bala tombada bandido na pista, família sofrida Fome na praça e ronca a barriga, ser colocado a sua vida na pista Filho da puta, pacto homicida, irrita quem fica na mão da polícia Bateu nas filha mexeu com a chuva Não vou manter minha postura pra filha da puta de viatura Embarrera minha luta, fumando da pura, pura Realidade a mais na minha cidade é só falsidade So rastafari mas vou lutar pra sobreviver é só malandragem (RanyMoney) Minha cabana é longe, não tem cep, nem endereço Não vou nadar e morrer na praia voltando lá pro recreio Vejo que é o jeito e o ônibus nem se encontra cheio Se conforto me disse beleza hoje ia ta bem feio Se ouve so ladrão no turno no túnel meu grito e pleno Pelo menos o transito flui posso seguir bem Já consigo até ver o Cristo mas não de braços abertos Cês fumam mas eu boto fogo em direção flamengo Dos amigos que eu me lembro sempre atento ao pé da escada Que que fosse madrugada ao relento la pela lapa Menor que se perde na lata igual draga que trago Flagra sua barca traca impaca igual praga é menosprezada ligada Em acertos nós a tempos esqueceu os propósitos cumpóditos Nas menções entorpecidos por gases tóxicos Seus dotes não funcionam eles foram desvendado tu rodo Com o teu telefone grampeado