Índia brasileira me trouxe uma recompensa Apresentou mais duas almas brancas na minha mesa De noite vira onça que é pra poder caçar Vai aparecer naquelas noites de luar Índia não quer mais seu cachimbo da paz Sangue de filha da puta é o que lhe satisfaz Meia-noite então, o ritual começa Rastreando fazendeiro que é pra comer sem pressa Onça, besta, fera Onça, besta, fera Caçando garimpeiro safado na minha terra Onça, besta, fera Onça, besta, fera Caçando garimpeiro safado na minha terra Dona Juma vai chegar Olha a onça! Dona juma vai chegar Olha a onça! Se esgueirando pelos sonhos das suas presas Rugido retumbante que me faz arrepiar Nessas águas negras o mistério acontece Amedronta, intimida, abafando as suas preces Esqueceram do seu povo, roubaram todo ouro O verde não aceitem que deixem queimar O nosso território já é muito quente Parente ausente retorne à raiz Que mandaram te avisar Que o norte é irreverente! Onça, besta, fera Onça, besta, fera Caçando garimpeiro safado na minha terra Onça, besta, fera Onça, besta, fera Caçando garimpeiro safado na minha terra Dona Juma vai chegar Olha a onça! Dona juma vai chegar Olha a onça! Se esgueirando pelos sonhos das suas presas Rugido retumbante que me faz arrepiar