Estagnado o tempo, propicio a chuva No momento talvez seja efeito de mais um coração frio Almas por um fio, prontas pra se afundarem Efeitos das marés, vivemos sobre altos mares Que o povo não se cale, elevação espiritual Apenas mais um fruto de aura bela, mais carnal Blindarei todos os meus pontos fracos Porque eu sei que vai ser alvo Quando eu der mais alguns passos Folhas ao vento caem Quantos de nós se sobressaem? Nas costas hienas riem Sinceramente, não peço que fiquem Se ficarem, por vontade própria Lapidados desfavorecendo a história Visionários iludidos, se confundindo com favela Fala de droga e arma é fácil Difícil é viver ela Realidade exposta à cenas escrotas Engravatado queima nota, e Fardado a queima roupa Que coisa louca a decadência que consome Abominando a existência de mais um homem Conformem se de que tudo ta em regresso Olhai por nossa existência e só o que eu peço Com a voz eu aniquilo eles disparam contra mim Só existe o inexplicável que já escreveu meu fim Mais em quanto eu tô aqui garanto nada me abala Meu espírito é blindado a ferro, fogo e bala Tropeços, acertos, somente um fim muitos recomeços Aprendi cedo que a fé não vem de terços Educação vem de berço, se não tem a vida cobra Então se corre atrás do seu ou contente-se com a sobra E sem ser manipulado remará Contra a corrente Se atingir sua existência O ataque é iminente Sorridente nem sempre Mas sempre que pude sorria Posicione-Se verdadeiramente Pelas tuas conquistas Corra em busca do seu sonho Se caminhar é ultrapassado E se tenta passar pra trás Serás atropelado Dirija seu roteiro Seja sua própria inspiração Equipe-se de um ideal E bota a teste a persuasão Dedique-se ou outro vai se dedicar Na ocasião intensifique-se e bota os pela no lugar Quem é cheio se si mesmo não tem espaço pra escuta Vim pra cura reestruturar Novo rumo pra história Viemos pra suturar Suas feridas Emanarei o que falta pra melhora teu dia Lá em cima a mente alta Encaixa a sinfonia Qual é preço de um abraço Ou de um pouco de ternura Qual é o preço de elegerem uma nova ditadura Escravizaram sua cultura, seja a resistência Só encontra quem procura e nós não bate continência Pelas minhas referências, esquiva ativa dos botes Deixamos sua chama imensa correndo mais que coiote Em Caso de teste, não conte com a sorte Lute e predomine mesmo se for até a morte Atingiremos com cautela todos nossos semelhantes Morreremos pela favela pra modificar semblantes Sinfonia com meu povo tudo prestes a desabar Vamos reconstruir tua fé e te reenergizar É que o peso nas minhas costas vêm de longe jhow Antepassados do passado que assinavam som com flow Me põe uma corda no pescoço, pra eu desce até o poço Pra trazer sua água limpa que hoje bebo com imposto E toma minha raiva nua as aspirinas todas suas Tua influência é o que lhe faz perde a postura pela rua Abdicando um gole a paz, mó farsante no semblante Propagando o caos urbano e da sua taça jorra sangue Mesmo semblante, de um moço calmo sem tristeza Mesmos olhares, de quem viu guerra sobre a mesa Mesmo sabendo, que nosso fim é eminente Nos caminha pelo caos plantando flores permanentes Pra trazer algo de bom da geração que se perdeu Eu vim mostra toda Matrix aonde o homem se perdeu Me da vermelha a e Morfeu, que tô cansado desse breu Cuja sujeira do mistério encomendo mais um ateu Deixando a fé um lixo humano influenciando a ser covarde O efeito da minhas linhas é comparado mar que arde Placagem larga peita não te leva a ser covarde Veste a firma e bota a cara pra fode esses cão que late Eu sou patrão dos meus negócios, seja luz da nova aurora Muito mais do que eles pensa, pois chegou a nossa hora Ame agora, fale agora, viva agora A intensidade colabora A vida é um sopro e logo menos vai embora