Cláudio de Barros

Sem Destino

Cláudio de Barros


Eu vou sempre aventurando
Pelo mundo procurando minhas mágoas ocultar
Sou igual a um clandestino que num barco
Sem destino vai vagando pelo mar

Prosseguindo vou a esmo
Sem importar comigo mesmo
Sem saber a direção
Pra fugir desse meu pranto
Que tortura tanto tanto meu coração

De aventura em aventura
Vou esquecendo esta amargura
Que entristece a minha vida
Encontro em cada beijo uma esperança
Uma lembrança em cada despedida

Eu vou sempre aventurando
Pelo mundo procurando minhas mágoas ocultar
Sou igual a um clandestino que num barco
Sem destino vai vagando pelo mar

Prosseguindo vou a esmo
Sem importar comigo mesmo
Sem saber a direção
Pra fugir desse meu pranto
Que tortura tanto tanto meu coração

De aventura em aventura
Vou esquecendo esta amargura
Que entristece a minha vida
Encontro em cada beijo uma esperança
Uma lembrança em cada despedida

Lá, ri, ri, lá, lá, ri, ri, lá, lá
Lá, ri, ri, lá, lá, ri, ri, lá