Brinco, mulher! Teu corpo, tudo em torno, Tua pele pêlo peito revirar Inveja do sereno em frente a tua graça Em todo o céu, o Sol já esquecia E a Lua irmã me avisaria que deixe pra lá Rasgando sentimento, o rascunho de um momento Descobriria que teu presente inocente ausente Não se aceita, deixa esperar! Cancioneiro cansa a todos de cantar beleza imposta Trajetória escrita pra não se apagar Inverno, o teu calor, que vem e que passa Em todo o céu, o Sol já esquecia E a Lua irmã me avisaria que deixe pra lá Rasgando sentimento, o rascunho de um momento Descobriria que teu presente inocente ausente Não se aceita, deixa esperar! Aceite, deixe esperar...