"flautas sagradas Tocam na floresta Clamam pela proteção da mãe da mata Sobrevoam os pássaros Fumaça no ar Grandes queimadas Um bioma ameaçado - mãe! mãe! Clama o caboclo ribeirinho..." Flautas sagradas Tocam na floresta pra chamar A proteção da mãe da mata E na floresta sobrevoa o pássaro carão Fugindo das queimadas Sou mãe da mata, Sou guerreira, sou cirandeira Influência em todas as nações Eu sou cabocla ribeirinha De terra firme e de várzea Sou floresta, sou savana, Sou das matas. Toda vez que uma árvore cair O bicho folharal na floresta surgirá Toda vez que um bicho agonizar O bicho curupira na floresta surgirá Bicho folharal na floresta Chama o curupira, Guardião da amazônia (bis) Oh, oh, oh, oh, oh, oh Oh, oh, oh, oh, oh (bis) "sou o rio das amazonas, Faço parte do bioma de belezas e riquezas, Sou a artéria dessa terra, Sou de águas claras, negras e barrentas, Fertilizador de rios, lagos e igarapés. Mas diante da crueldade do homem, eu não sou nada. Mas o homem bem sabe que desse imenso bioma Nada se tira, a não ser fotografias, Nada se deixa, a não ser suas pegadas E de que nada se leva, a não ser suas recordações."