nesta vida aperrada, pra me livrar das furadas desses teus óios redondo, caboca, onde é que eu me soco, caboca, onde eu me coloco caboca, onde é que eu me esconodo pra me esquecer dos teus óios eu canto, eu grito, eu abóio, faço tudo o que é preciso, mas por onde eu vou passando, sinto os teus óios briando por dentro do meu juízo meu padecer, a minha cruz, é a tua escola de luz que me deixa encandiado estas duas jóia prima como a força de dois imã me puxando para teu lado vendo os teus óios prefeito, sinto entrando no meu peito dois ferrão de maribondo, caboca não seja ingrata, tu me martrata e me mata com esses teus óios redondo. me tire dessa sentença, tu só parece que pensa que eu não tenho coração, tu me amofina e me aleja, de ruedera e de inveja de ciúme e de paixão sabe qual é a messinha, pra essa doença minha pergunte que eu te respondo! Era se tu me quisesse, é de coração me desse esses teus óios redondo.