Tom: G Intro: (Bm B7m ) (2x) Bm F#m Bm Julgam a pobre moça F#m Ela vive decentemente Bm Mas por senhora tem a tristeza F#m Esbarra em erros facilmente Em Chamaram-na vulgar Bm Nomes baixos frequentemente Em Mas no final só ama a vida F# Não tem nenhum mal em mente Bm F#m O outro pobre moço não tem o que comer Bm F#m Roubou um pouco do outro que tem sobras a valer Em A injustiça bate forte Bm Exige deste maior dever Em Cobra danos, liberdade F# "Roubou pouco" é o dizer Em Se tanto pregam o amor Bm Porquê não dele viver Em De quê adianta ser humano? F# Se inteligência não vamos ter Bm E o rico e famoso F#m Não quer acreditar Bm Está sofrendo tão calado F#m Acha difícil poder amar Em Lhe sobra de tudo isso é fato Bm Nem ele pode e vai negar Em Mas no fundo quer simplicidade F# E o luxo o viciou Não consegue mais deixar Em Se tanto pregam o amor Bm Porquê não dele viver Em De quê adianta ser humano? F# Se inteligência não vamos ter Bm G Feliz daquele que ama D Do necessário faz seu lema G ConstróI castelos de ouro D Não os físicos Isso é problema C Pois sabe que respeito ao próximo Bm É medicina é alfazema C Tal qual perfume de criança F# Lhe dá a paz de um bom poema (vocalização) Em Bm Em F# Em Se tanto pregam o amor Bm Porquê não dele viver Em De quê adianta ser humano? F# Se inteligência não vamos ter (vocalização) Em (Bm B7M) (2x) Bm