En tus manos yo aprendí a beber agua, Fui gorrión que se quedo preso en tu jaula... Porque yo corté mis alas, y el alpiste que me dabas Fue tan poco y sin embargo yo te amaba... Fue mi canto para ti siempre completo, Sin tí no pude volar en otro cielo... Pero me dejaste solo, confundido y olvidado, Y otra mano me ofreció el fruto anhelado... Lo que un día fue, no será... Ya no vuelvas a buscarme, No tengo nada que darte, De tu alpiste me cansé... Vete a volar a otro cielo Y deja abierta tu jaula, Tal vez otro gorrión caiga Pero dale de beber... Dejame encender la luz, no quiero nada Si esto hubiera sido ayer lo tomaría... La primera vez que ofreces para que yo aquí me quede, Pero sin amarte ya, que ganaría... Em tuas mãos eu aprendi a beber água Fui um pardal que ficou preso em tua jaula Porque eu cortei minhas asas e o alpiste que me davas Foi tão pouco e, entretanto eu te amava Meu canto sempre foi completo para você Sem você não pude voar em outro céu Mas me deixou sozinho, confundido e esquecido E outra mão me ofereceu o fruto almejado O que um dia foi não será... Já não volte para me buscar Não tenho para te dar Do teu alpiste me cansei Permita voar em outra céu E deixa aberta a tua jaula Talvez outro pardal caia Mas dá-lhe de beber Deixe-me acender a luz, não quero nada Se isto tivesse sido ontem eu tomaria... A primeira vez que oferece para que fique aqui Mas já sem te amar, o que ganharia...