Tom: E [Intro] E Bm Bb7(11+) A B7 E F#m A E F#m A E B E E G#m São tantas as cruzes, que o mundo tem A E Porém raras vezes se para à pensar F#m G#m Que nem todas, simbolizam o suplício A E Nem todas nos plantam, argueiros no olhar C#m G#m _O olhar que cruza, é um buenas tardes A E Saúda a quem chega, acena quem vai G#m A E quando a mão, é cruz sobre o peito E Simboliza a fé, em nome do pai F# B _ Uma cruz que envelhece, no vazio da pampa A E _ É de quem carregou, a cruz mais pesada G#m A _ E a cruz que ressalta, n'algum mausoléu B7 E Traduz uma vida, que não faltou nada A E _ As cruzes que voam, em tardes de sol A E _ Se tem asas negras, são funerais G#m A _ Mas quando aparecem, com branco nas asas B E Retinas vislumbram, os tempos de paz C#m G#m _ A cruz das estrelas, na quincha do pago A E É que dá o sentido, da cruz da estrada G#m A E as cruzes do pingo, que uso por trono F#7 B A E É onde eu cruzo, feliz nas canhadas ( Bm7 Bb7(11+) A7M A ) ( B7 E F#m A ) ( E F#m A E ) ( B E) E G#m Os braços abertos, é a cruz do corpo A E É a alma aberta, sentimento fraterno F#m G#m E esse calor, que brota por dentro A E Ameniza agruras, de qualquer inverno C#m G#m _Na cruz de uma adaga, escora-se o golpe A E A cruz no estanho, é fogo mortal G#m A E a cruz missioneira, multiplica braços E E revive a história, num canto imortal F# B _ A cruz na boca, pede silêncio A E _ A cruz a quem benze, tem dialeto G#m A _ A cruz no papel, é escola da vida B E - O aval na palavra, do analfabeto - A E _ Está na Cruz, a Paixão de Cristo A E _ Da cruz se fez, o nome de alguém G#m A _ Se a Cruz representa, a Santíssima Trindade B E Tem a fé que conduz, ao caminho do bem C#m G#m _ A cruz das estrelas, na quincha do pago A E É que dá o sentido, da cruz da estrada G#m A E as cruzes do pingo, que uso por trono F#7 B A E É onde eu cruzo, feliz nas canhadas E São tantas as cruzes