Cassiano mendes

Das Cruzes

Cassiano mendes


Tom: E

[Intro] E  Bm  Bb7(11+)  A 
        B7  E  F#m  A 
        E  F#m  A  E 
        B  E

               E                  G#m
São tantas as cruzes, que o mundo tem
             A                   E
Porém raras vezes se para à pensar
        F#m                   G#m
Que nem todas, simbolizam o suplício
               A                      E
Nem todas nos plantam, argueiros no olhar

C#m                             G#m
_O olhar que cruza, é um buenas tardes
              A                 E
Saúda a quem chega, acena quem vai
           G#m                  A
E quando a mão, é cruz sobre o peito
                            E
Simboliza a fé, em nome do pai

F#                                     B
_ Uma cruz que envelhece, no vazio da pampa
A                                   E
_ É de quem carregou, a cruz mais pesada
G#m                                    A
_ E a cruz que ressalta, n'algum mausoléu
           B7                    E
Traduz uma vida, que não faltou nada

A                                   E
_ As cruzes que voam, em tardes de sol
A                              E
_ Se tem asas negras, são funerais
G#m                                    A
_ Mas quando aparecem, com branco nas asas
            B                     E
Retinas vislumbram, os tempos de paz

C#m                                  G#m
_ A cruz das estrelas, na quincha do pago
              A                   E
É que dá o sentido, da cruz da estrada
               G#m                 A
E as cruzes do pingo, que uso por trono
           F#7  B             A  E
É onde eu cruzo, feliz nas canhadas

( Bm7  Bb7(11+)  A7M  A )
( B7  E  F#m  A )
( E  F#m  A  E )
( B  E)

            E                  G#m
Os braços abertos, é a cruz do corpo
           A                    E
É a alma aberta, sentimento fraterno
         F#m                 G#m
E esse calor, que brota por dentro
          A                     E
Ameniza agruras, de qualquer inverno

C#m                                G#m
_Na cruz de uma adaga, escora-se o golpe
             A                E
A cruz no estanho, é fogo mortal
               G#m                A
E a cruz missioneira, multiplica braços
                                    E
E revive a história, num canto imortal

F#                        B
_ A cruz na boca, pede silêncio
A                             E
_ A cruz a quem benze, tem dialeto
G#m                             A
_ A cruz no papel, é escola da vida
              B               E
- O aval na palavra, do analfabeto -

A                            E
_ Está na Cruz, a Paixão de Cristo
A                              E
_ Da cruz se fez, o nome de alguém
G#m                                       A
_ Se a Cruz representa, a Santíssima Trindade
                 B                 E
Tem a fé que conduz, ao caminho do bem

C#m                                  G#m
_ A cruz das estrelas, na quincha do pago
              A                   E
É que dá o sentido, da cruz da estrada
               G#m                 A
E as cruzes do pingo, que uso por trono
           F#7  B             A  E
É onde eu cruzo, feliz nas canhadas

               E
São tantas as cruzes