Termina com a prosa, já chega de mate E vamo pro combate com o gado de cria Que o cusco preto coleira Já tá na mangueira querendo anarquia João Pedro pega teus pertences E encilha a égua preta louca de baldosa E quando ela pateá o teu pé Mostra que tem café e atora a rebordosa Meu negro não te apruma muito Que elas te saca só por uma teta Te afirma e agarra o pala Que essa égua maula é cruza com o capeta Atira o teu corpo pra traz Se ela por a cabeça no meio das mão E risca a tábua do pescoço Tilitando os ferro firme no garrão Fugindo da noite rumando pras casa Correteando vaca, apartando terneiro Eu venho cansando o cavalo Rosilho prateado que é flor de campeiro Na ponta vai puxando o gado O João Pedro horquetado nessa égua loca E pra cruzá o passo do meio Atirando freio, vem pedindo boca