Dans ma jeunesse il y a des rues dangereuses Dans ma jeunesse il y a des villes moroses Des fugues au creux d'la nuit silencieuse Dans ma jeunesse quand tombe le soir C'est la course à tous les espoirs Je danse toute seule devant mon miroir Mais ma jeunesse me regarde sérieuse elle me dit: "Qu'as-tu fait de nos heures? Qu'as-tu fait de nos heures précieuses? Maintenant souffle le vent d'hiver" Dans ma jeunesse il y a de beaux départs Mon coeur qui tremble au moindre regard L'incertitude au bout du couloir Dans ma jeunesse il y a des interstices Des vols planés en état d'ivresse Des atterissages de détresse Mais ma jeunesse me regarde sévère Ele me dit: "Qu'as-tu fait de nos nuits? Qu'as-tu fait de nos nuits d'aventure? Maintenant le temps reprend son pli" Dans ma jeunesse il y a une prière Une prouesse à dire ou à faire Une promesse, un genre de mystère Dans ma jeunesse, il y a une fleur Que j'ai cueillie en pleine douceur Que j'ai saisie en pleine frayeur Mais ma jeunesse me regarde cruelle Ele me dit: "C'est le temps du départ" Je retourne à d'autres étoiles Et je te laisse la fin de l'histoire Mais ma jeunesse me regarde cruelle Ele me dit: "C'est le temps du départ" Je retourne à d'autres étoiles Et je te laisse la fin de l'histoire. Na minha juventude, há ruas perigosas Na minha juventude, existem cidades taciturnas Fugas no vão da noite silenciosa Na minha juventude, quando cai a noite É o curso para todas as expectativas Eu danço sozinha na frente de meu espelho Mas minha juventude me olha séria ela me disse: "O que você fez de nossas horas? O que você fez de nossas horas preciosas? Agora, o vento de inverno sopra " Na minha juventude, há belas partidas Meu coração que treme a um leve olhar A incerteza ao fim do corredor Na minha juventude, existem interstícios Planos de vôo em estado de embriaguez Aterrissagens de desespero Mas minha juventude me olha severa Ela me diz: "O que fizeram com nossas noites? O que você fez com as nossas noites de aventura? Agora, o tempo retoma seu hábito " Na minha juventude, há uma oração Uma façanha de dizer ou fazer Uma promessa, um tipo de mistério Na minha juventude, há uma flor Que eu colhi em plena doçura Que eu agarrei em pleno pavor Mas minha juventude me olha cruel Ela disse: "É tempo de ir" Volto a outras estrelas E eu te deixo o fim da história Mas minha juventude me olha cruel Ela disse: "É tempo de ir" Volto a outras estrelas E eu te deixo o fim da história