Estão nos arranha-céus La em cima dessas torres Os relógios marcam os passos Desses tempos apressados Pulsando sempre num compasso Olhos sempre atordoados Ao mesmo tempo, essa hora A cabeça não está presente agora Relógios, o tempo Que segue em frente Marcham sem parar Relógios, ponteiros Freneticamente Andam sem voltar pra trás Os relógios nunca mentem O tempo passa e segue em frente De um a doze badaladas Tudo é inconsequente Passa tempo, passam as horas Já nascemos, já crescemos e morremos E os ponteiros dos relógios Ainda estão sempre batendo