E como tu caístes? Rebelou-se, quem destruístes? Ah, como resiste! E apenas a probreza tu possuíste Rasteja pedindo Misericórdia ao Tártaro Quem foi o filho da alva? E por que trazes amargura? Antes do Geena Tenho medo da sepultura Como posso saber da luz Se tudo o que conheço É o negrume de minha alma? Minha vida, uma vez caída Quase se agarrou ao teu ser Procurei pela saída, mas Eu não conseguia ver