Abracei o passado para Fingir ser forte Não olhei para o céu Pois o salário é a morte No último amanhecer O pecador não ousou permanecer Mas floresceu como a Flor daquele dia Mesmo conhecendo o Sol E o escudo, ainda não Compreendo o escuro Quem foi escravo do diabo? Desde que coloquei Meus olhos em ti Quero acordar a aurora Com estas palavras Espero que todas as almas Perdidas consigam ouvir A doce e fraca melodia Se espalhas pecados Pelo menos cante Que não conseguiu ir contra As injustiças da vida Apaziguem a sua ira Antes que o Sol se ponha Antes que a porta se feche Antes que morra, ó escravo do diabo! Talvez em um próximo Reencontro eu te abrace E dançaremos com asas do Princípio sobre os confins do mar Pois só assim encontraremos O amanhecer sem arrependimentos