O dia em que a noite adormeceu No eclipse lunar A alma penada de uma ave noturna Encarnou no Espírito da mais bela Índia Para trazer a mensagem do mundo dos mortos Ao som do voo soando grito aterrorizador A feiticeira a sentir o beijo das sobras É a dança dos ancestrais (além do céu) É presságio de morte que está pra chegar No seio dos entomes da natureza No canto da desgraça semea pavor Fardos de fumos ameniza sua ira Para divindade da morte seguir seu caminho No perambolo enterno da floresta Matinta pere Matinta pere Pássaro assombroso que vem agoira Matinta pere Matinta pere Seu grito arrepia é o som do mal é o rasga Mortalha