Um tirano parte a nação, por trás dessa bandeira de religião Um palhaço desprezível, banalizando a vida de cada cidadão Espalhando a dor, pisando nos pobres Levando o país à beira de um desastre E seu eleitor, não consegue enxergar Que viver no Brasil virou um filme de terror Eu não quero ser estuprador Também não quero ser estuprado Mais de quinhentos anos, não bastou Porque o Brasil ainda está sendo assaltado? Eu sinto que a justiça não virá se a gente não estiver lado a lado E esse aprendiz de ditador agora deve ser enjaulado O sangue tem cor, e corre nas veias Não é amarelo, verde, azul e branco É muito mais forte, não tem duas partes A cor da inclusão, é a cor da igualdade O indivíduo que acredita em meritocracia Nunca vai entender que é muita covardia Não dá pra competir com filhos de doutor Quem nasceu nesse cenário onde a miséria se instalou Difícil é cortar o mal pela raiz Se o descaso vem do tempo da imperatriz E se o Brasil ainda consegue respirar Tá pra nascer um opressor que faça a gente se entregar Agora você vai, vai, vai (sofrer) E todo cidadão vai, vai, vai, vai (te ver) No chão dessa prisão vai, vai, vai (mofar) Inimigo da nação vai, vai, vai (cair) Se tu queres enganar vai, vai, vai, vai (não vai) Se chegou pra confundir vai (fora daqui)