Abala, abala, cajueiro abalador Tão pequenino, carregado de fulo Fez um balanço na gaia do cajueiro Ai que saudade onde eu embalançava meu amor Deixei gravado no tronco do cajueiro O nome dela e também o coração Ela jurou que nunca ia me deixar, mais me deixou E agora eu fiquei na solidão O nome dela que eu fiz no cajueiro Faz tanto tempo que o tempo apagou É doido um homem que confia em qualquer uma mulher Ela foi embora e nunca mais voltou