Verdade! quanta mentira em teu nome Ignorância e fome, guerras e religiões Vitória! fosse pra nós a possanha De penetra nas entranhas De um inimigo mortal Coragem! pra atravessar essa ponte E beber aguá da fonte, com o chicote na mão Ah, deixe o vento te levar Tá muito quente por aqui, vai chover Desaba, da uma porrada no mundo Mostra o que há de profundo Dentro de um homem comum