Ele quer que eles se mandem Mas não consegue imaginar Que não vai restar ninguém Pra lamber suas botas quando tudo acabar Pra servir seu vinho quando a garrafa secar Todos aqueles "cabeças-chatas" Essa gente sem classe Ele quer que se mandem pra qualquer lugar fora dali Orgulha-se da grandeza de sua terra Erigida com o suor dos outros Aqueles outros Mas um dia esse jogo vai virar E os ignorantes saberão o que fazer Essa gente suja estará diante de você Só lhe restará o pânico e um peito comprimido sem fôlego E uma taça vazia sem ninguém para lhe servir coragem Covardia, coragem, covardia, coragem...