Tom: E (C#m - G#m) Das senzalas brasileiras Capoeira a se guiar E os cordéis de cantos ditos Concentrados num lugar No sertão, o povo preto Rima os corpos par em par Ao gingado das mulatas Atabaque a retumbar (C#m - D#m7(b5) - A7+ - G#7) Chuva que cai no rosto (o rosto preto) disfarça o sangue da multidão (C#m - D#m7(b5) - F#m - G#m) Chuva que sai dos olhos (olhos vermelhos) é sofrimento da escravidão (C#m - G#m) Nas cubatas descobertas Salta um negro brasileiro Líder de todas as raças Quer país no seu terreiro Oito anos de tocaia Da religião cativo Na boca o sabor de Lácio Volta Chico, o morto-vivo Vem proposta de bandido Sai conformes de covarde A batalha do inimigo É motivo pros palmares Chefe Zambi resistente Organiza teus terreiros Vêm tentar, os portugueses, Conquistar os brasileiros Honra o sangue que derramas Sangue vivo por dois anos Cor de raça africana A herança de onde estamos (C#m - E7+ - A7+/C# - G#m) Ah verdade Vem com o vento Teu segredo É uma bandeira posta-hasteada contra o tempo Se foi guerra ou se batalha Há cuidados de conversa Disfarçar com a navalha A verdade que se versa Mas ao homem faltou honra Por expor à multidão A cabeça que demonstra É a cabeça da nação 3x Sol que há nesse domingo Pra onde o velho Jorge vai Com sorriso-tirania Coligindo tantos ais? Se lhe falta oposição E só lhe cabe a mentira Os palmares em romaria Cantam juntos o refrão (4x) Candomblé, candomblé Candomblé, candomblé Candomblé, candomblé Candomblé, candomblé