Searching, the abstract colours reason But i persist to fail in the absence of faith Cycles bound by throes of attrition Oft united, yet surely more is lost in time Beyond fathom, billions firing Flashes burn and spew prostrate Wisped monads from crimson puncture Our bonds are broken, all meaning sundered Striving for constant reduction Bursting from the pit beneath Unyielding yet beyond the grasp Of scale and form From nothingness born Fleetingly Of sprawl and flame From nothing it came Seemingly The gap between us tears apart Impel our end Layers surge and strip away Cast into nought Of matter torn As eons i mourn Achingly Of atoms maimed As epochs are tamed Blindingly In that final absence, We never were Procurando, a razão das cores abstratas Mas eu insisto em cair na ausência de fé Ciclos vinculados por espasmos de atrito Frequentemente unidos, mas certamente estão mais perdidos no tempo Além da profundidade, bilhões atirando Lampejos queimam e vomitam prostração Mônadas salpicadas de pontos carmesim Nossos títulos estão quebrados, todo o significado cindido Esforçando-se por redução constante Rompendo o poço abaixo Ainda inflexível, além da compreensão De escala e forma Do nada nasceu Fugazmente Da expansão e chama Do nada isso veio Aparentemente A lacuna entre nós é rasgada Impele nosso fim Camadas aumentam e se despojam Lançado ao nada Da matéria dividida Como a eternidade, eu lamento Dolorosamente De átomos mutilados Como épocas são domesticadas Cegamente Naquela ausência final Nós nunca estivemos