In death she spoke of waiting Her final days were long These fields have changed since last she wept Before the silent throng She sits where childhood memories lie Above, beside, within them The carvings have outlived the hand Which bled to first begin them As features of the landscape merge The oldest trees are falling Awareness sweeps the view aside She stares as if recalling Seen first beyond the canopy They soon had reached the borders The clouds infused with burning breath Arrived from coldest corners The windswept valley hastens now As dying words are uttered From lips of earth and sapling's strain Like leaves, her last thoughts fluttered Again it darkens overhead The knowledge of it stills me And when the water starts to fall Preserve the drop that kills me Em morte ela falou de espera Seus dias finais foram longos Esses campos mudaram desde o seu último lamento Antes da multidão silenciosa Ela senta onde as memórias de infância jazem Acima, ao lado, no interior delas As esculturas sobreviveram a mão Que começou a sangrar primeiro à elas Como características de uma paisagem imergindo As árvores mais velhas estão caindo Consciência varre a vista de lado Ela olha fixamente como se recordasse Visto primeiramente além da cobertura Logo eles alcançarão as bordas As nuvens são infusas com sopros queimantes Chegados das esquinas mais frias O vento que varreu o vale se apressa agora Como palavras morrendo são proferidas De lábios da terra e tensão de árvores jovens Como folhas, seus últimos pensamentos tremularam Novamente escurece sobrecarregado O conhecimento disso permanece meu E quando a água começar a cair Preserve a gota que me matou