Through tainted mass A scourge unseen Brought three winters forth And set between After these hundreds of years The embers and fate will collide Her rotten heart has burst And shattered through dead wood When they drank from the earth, the end was near Tracing paths that once ran alone and pure Suffused within, the blighted decay Now snapped into dust, their splinters fall But a tithe to the wind, his frail grasps Clawed for the moon then came undone When all hope fails in the last broken bough Her strength will be gone Churning ash and husks in the bitter winds Crack the earth and burn the sky A wry procession of hubris Where nothing remains But everything changes... In destruction she will create Arising in glory, the searing gaze Crimson-handed specter of death Under the blood eye of furies Bury their feeble hearts Através de massas contaminadas Um flagelo invisível Trouxe três invernos E se definiu entre eles Depois dessas centenas de anos As cinzas e o destino colidirão O coração apodrecido dela explodiu E destruído através de madeira morta Quando eles beberam da terra, o fim estava próximo Caminhos traçados que uma vez correram sós e puros Impregnado dentro, a decadência enferrujada Agora rompido em poeira, suas lascas caem Mas um décimo ao vento, os suspiros frágeis dele Arranhados pela lua, então se vão desfeitos Quando toda a esperança falha no último galho quebrado A força dela terá desaparecido Cinzas e cascas agitadas em ventos amargos Racham a terra e queimam o céu Uma procissão torta de arrogância Onde nada permanece Mas tudo muda... Em destruição ela criará Surgindo em glória, o olhar abrasador Enrubescido - controlando o espectro da morte Debaixo do olho ensanguentado de fúrias Enterram seus corações débeis.